sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Blimunda

Veio de Blimunda, a melhor prova de amor da literatura ocidental. Também ela, amaldiçoada com o poder de ver os interstícios do mundo em jejum, escolheu comer um pedaço de pão antes de, a cada manhã, olhar na direção do seu amante Baltazar.
A omnisciência retira ao amor aquilo que tem de mais humano: Esse último reduto dos atos de fé.

25 comentários:

  1. É a coisa mais extraordinária do livro, quase a única que guardei.
    ~CC~

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  2. este blog é só recados.

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  3. Já se fazia um study case...

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    1. Eu não tenho tempo nem interesse. Mas se quiser, faça o estudo que eu publico...

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    2. Já estupidez não lhe falta.

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  4. Gosto muito de anónimos raivosos. E são tanto raros por aqui que é sempre um prazer lê-los.
    Volte sempre, excelente domingo.

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    1. Sim, é uma praga, os hipócritas, os cínicos, os raivosos, os outros.

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    1. Sabia que esses, Cuca, a Pirata, não deixaria passar.

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  6. O que se passa aqui, Capitã? É a pijama party dos anónimos e não me convidaram?

    Ass. Anónimo 278

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    1. Não. Aos domingos, agora, fazemos sessões de terapia de grupo no porão deste navio...
      Se tiver algum ódio para extrair, faça favor de puxar uma cadeira.

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  7. Olha! Uma sessão de terapia grátis!
    Também quero! Vou buscar um tinto alentejano e uns chouriços para assarmos. :D

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    1. Maravilha!!!
      Já estava a ficar farta de rum com peixe seco.
      Arranja-se presunto?

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    2. E ainda vai um doce de abóbora com noz e canela para juntar ao requeijão! ;)

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    3. Assim,sim,vale a pena ser anónimo!

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    4. Huuuuummmmm... Raios!

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    5. Doce de abóbora??
      Alah, sem dúvida, dá sempre em dobro. Tantos anos a pedir anónimos que agora até me dá anónimos gourmet. Não mereço tanto!

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